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Bolsonaro volta a falar sobre prorrogação do auxílio emergencial

Os beneficiários do auxílio emergencial do governo, podem em breve ganhar mais três parcelas da ajuda. É que o disse o presidente Jair Bolsonaro esta semana, quando aproveitou a ocasião para cobrar que os governadores adotem medidas que possibilitem a volta das pessoas aos seus trabalhos.

Bolsonaro é contra o isolamento social desde o começo da pandemia em março. Ele voltou a defender a reabertura do comércio e que somente permaneçam em casa, os idosos e os demais grupos de risco.

“Os problemas estão se avolumando. O pessoal informal, eu já falei pra vocês, 38 mi de pessoas, eles perderam quase tudo. Ninguém vende mais biscoito Globo na praia do Rio. Nem vende mate na arquibancada do estádio de futebol e nem no churrasquinho de gato na praça. Isso é atividade de cada um. Essas pessoas estão em casa graças ao auxílio, que é de todo mundo, é dinheiro de todo povo. R$ 600 pra eles se não o desespero teria batido neles e problemas outros poderiam ter tido”, afirmou o presidente.

Antes desta declaração, em conversa com os apoiadores, Bolsonaro disse que o valor das parcelas pode diminuir, sem conceder mais detalhes sobre como seria feita a alteração.

“Você pode ver, nós gastamos… Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, disse Bolsonaro.

O auxilio emergencial foi sancionado por Bolsonaro em 1º de abril. Inicialmente, o plano é de que seriam pagas três parcelas de R$600 para atenuar os problemas econômicos trazidos pela pandemia do coronavírus.

O governo então estipulou que o auxilio duraria três meses ou seria pago até o fim da emergência da Covid-19 em todo o Brasil. Isso significa que o prazo de pagamento do auxilio pode ser ampliado de acordo com as circunstâncias.

O auxílio emergencial é direito para os trabalhadores informais; desempregados; MEIs e contribuintes individuais do INSS; maiores de idade; e que cumpram requisitos de renda média. A mulher que for mãe e chefe de família pode receber cota dupla resultando em R$ 1,2 mil por mês.

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